A Educação Ambiental no Brasil consolidou-se a partir das discussões internacionais sobre a crise ambiental, especialmente após a Conferência de Estocolmo (1972), e ganhou força com a Constituição Federal de 1988 e a Política Nacional de Educação Ambiental (Lei nº 9.795/1999). Sua trajetória está relacionada à necessidade de promover a conscientização, a participação social e o desenvolvimento de práticas sustentáveis, integrando aspectos ambientais, sociais, econômicos, culturais e éticos na formação dos cidadãos.