A Educação do Campo é resultado das lutas históricas dos povos do campo — agricultores familiares, assentados da reforma agrária, quilombolas, indígenas, ribeirinhos, extrativistas e demais comunidades tradicionais — pelo direito a uma educação pública de qualidade, contextualizada e comprometida com suas realidades. Sua construção está diretamente relacionada ao contexto social brasileiro, marcado por profundas desigualdades na distribuição de terras, exclusão social e dificuldades de acesso à educação.